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Foi tentativa de assalto, e não de homicídio, o ataque sofrido pelo vereador Fausto Alves (PTB-RJ) nesta quarta-feira, 28/07, no Rio. A explicação foi dada em nota pela Polícia Civil carioca. Segundo o delegado da 30ª DP (Marechal Hermes), José Otílio Bezerra, o advogado do vereador saia de uma agência bancária, após uma retirada, e se dirigia ao Instituto Alzira Alves, no bairro de Bento Ribeiro, sendo seguido por dois homens em uma moto, que invadiram o instituto, onde o vereador esperava o advogado. Ainda segundo a nota, ao perceberem que o político estava armado, por ser policial militar licenciado, os bandidos atiraram quatro vezes para o chão e desistiram do assalto. Eles teriam fugido numa moto. O vereador saiu ileso. No início da tarde, a informação foi veiculada como tendo sido uma tentativa de homicídio. Fausto ficou conhecido na casa como “vereador papa-defunto”, por sua obsessão em dar um choque de ordem na gestão de cemitérios da cidade. Fausto é ainda presidente da comissão especial da Santa Casa, que acompanha a gestão dos cemitérios sob concessão da Santa Casa de Misericórdia do Rio. O vereador assumiu a vaga na Câmara como suplente de Cristiane Brasil (PTB), atual secretária municipal de Envelhecimento Saudável. “O assassino entrou no instituto, que está em obras, e puxou a pistola. Estávamos numa distância de uns 15 metros e, quando tentei sacar minha arma, o bandido disparou, mas consegui me esconder atrás de uma pilastra”, disse Fausto. O caso está sendo registrado na 30ª DP (Marechal Hermes), onde o vereador fará um retrato falado do homem que efetuou os disparos. O outro comparsa não foi visto, porque usava capacete. A polícia também fará uma perícia no instituto, que fica na Rua Pacheco da Rocha, 364, em Bento Ribeiro. * Agência Trabalhista de Notícias com informações do Portal Correio do Brasil
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